Servidores estaduais tentaram ocupar novamente o Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), por volta das 16h desta quarta-feira. A tentativa acabou em confusão, e a polícia usa bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta para afastar os manifestantes. As ruas no entorno estão fechadas para o trânsito. Segundo as primeiras informações, um servidor do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) foi detido e encaminhado para a 5ª DP, também no Centro. Os demais servidores aguardam a liberação do colega e ameaçam fazer uma representação na Justiça contra os policiais por abuso de autoridade.
Nas redes sociais, os servidores planejam novos atos. Na próxima sexta-feira, às 17h, está programada uma passeata da Candelária até a Alerj. Mais de duas mil pessoas já marcaram presença. Os servidores, aposentados e servidores do Estado do Rio planejam uma assembleia geral na próxima quarta-feira, dia 16, a partir das 10h, nas escadarias da Alerj. As reivindicações são a extinção do “pacote de maldades”, revisão das isenções fiscais e abertura de CPI para investigar as isenções fiscais. O grupo também quer a renúncia do governador Luiz Fernando Pezão, o vice Francisco Dornelles e do presidente da Alerj, Jorge Picciani.
No local, os servidores vão votar se entrarão em greve e, segundo a convocação,s se aprovada, a paralisação se iniciará no mesmo dia da assembleia e só terá fim com o atendimento integral das reivindicações.
A convocação ainda destaca que a assembleia busca reunir todas as categorias, como policiais e bombeiros, e servidores das áreas da Educação, Saúde e do Judiciário.
Picciani condena invasão
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Jorge Picciani (PMDB), foi incisivo ao dizer que a invasão da casa legislativa, nesta terça-feira, foi resultado de uma falha clara de segurança. Fonte Jornal Extra




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